Máquina de chopp automatizada reflete nova experiência de consumo em shoppings

chopeira inteligente em local fechado com sistema Beerpass em operação

Máquina de chopp automatizada reflete nova experiência de consumo em shoppings

Se os shopping centers há anos são pontos de encontro para famílias e amigos, o local seria perfeito para uma máquina de chopp automatizada.

Dentro do mercado cervejeiro, este modelo de negócio tem se mostrado como um grande potencial para gerar renda em diferentes ambientes. A Bittenbier é um exemplo. Walmer Bittencourt e Eliete de Oliveira olharam ao seu redor e enxergaram a oportunidade que poderiam abraçar.

Em expansão, a cidade de Araquari, que fica no Norte de Santa Catarina, tem sido um ambiente favorável para bons investimentos. A recente inauguração do Multispace, um “shopping a céu aberto”, é um reflexo deste momento. Diante disso, Walmer então encontrou o local onde iria iniciar o seu novo negócio.

Bittenbier nasceu da vontade de não ficar parado

A vontade de empreender veio desde sempre. “Minha família sempre foi de empreendedores. A maioria tem ou teve algum negócio, então, isso eu já tinha comigo”, conta Walmer.

Depois de anos e anos se dedicando às suas profissões, uma oportunidade mais flexível seria o ideal para o casal. “Eu e a minha esposa trabalhamos durante muitos anos, depois que a gente se aposentou queríamos abrir alguma coisa, mas sem precisar também estar 100% do tempo disponível”, relatou.

Para Walmer, o modelo de negócio da estação de self service de chopp Beerpass, com o módulo Smart, acabou se encaixando dentro desta necessidade.
“Eu e a minha esposa já trabalhamos a vida inteira, né? Então, para gente não faria sentido se aposentar para ter que cumprir horário novamente, acordar cedo etc. Queríamos algo que não fosse dar tanto trabalho”, compartilhou. 

Shopping centers e centros comerciais: o potencial da máquina de chopp automatizada

O mercado do varejo tem um grande motor, que são os shopping centers e os centros comerciais. Segundo a Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers), hoje há 658 em operação no Brasil, o que acumula 471 milhões de visitas por mês e um faturamento anual de R$ 200 bilhões (2025). Os locais são oportunidades porque, para além de compra, também inclui espaços de lazer, serviços e gastronomia.

A praça de alimentação e o entretenimento puxam o fluxo. E, dentro deste contexto, o autoatendimento ganhou espaço. Há anos que grandes franquias como Burger King e KFC tem usado a modalidade para escolha do pedido. O autosserviço de chopp, portanto, vem ganhando espaço.

“É muito interessante porque, por exemplo, aconteceu a caça aos ovos de Páscoa e os pais trouxeram as crianças para brincar, enquanto aproveitavam ali um chopp, em um ambiente confortável“, compartilhou Walmer.

Aceitação do público e operação enxuta fortalecem planos da marca

A aceitação do público, segundo Walmer, foi um dos principais indicativos de que o modelo tinha potencial. “O pessoal está comprando muito essa ideia, estão adorando. É um sistema fácil, muito democrático”, afirmou.

Um dos diferenciais apontados por ele está na simplicidade do uso. “Não precisa baixar aplicativo, não precisa fazer cartão fidelidade. A pessoa chega ali e consegue se servir de forma rápida”, explicou.

Na prática, essa autonomia muda a relação do consumidor com o produto. “A pessoa escolhe o chopp que quer direto na máquina. Não tem aquela limitação de bar tradicional, de perguntar o que tem disponível”, disse.

Atualmente, a operação conta com sete torneiras, com diferentes estilos e sabores. “Tem desde os mais tradicionais até opções mais diferentes, como abacaxi com hortelã, maracujá com hibisco e pina colada”, destacou.

Entre os diferenciais, Walmer também chama atenção para a inclusão de uma torneira exclusiva. “A gente tem chopp sem glúten, que é algo que muita gente procura. Desde o início a gente deixou uma linha só para isso”, contou.

O modelo enxuto de chopeira self service também se reflete na operação diária. “A gente praticamente só precisa cuidar da reposição dos barris. Quando vende mais, é sinal de que o negócio está indo bem”, afirmou.

Com o funcionamento ajustado, o foco agora está na expansão. A repercussão do negócio dentro do shopping já abriu novas possibilidades. “A gente já recebeu convites para abrir outras unidades. Têm procura de outros lugares interessados no mesmo modelo”, disse.

Entre os planos, está a abertura de novos pontos e a estruturação do negócio para crescer de forma organizada. “A ideia é expandir, mas com planejamento. A gente quer manter o padrão e o diferencial da marca”, explicou.

Para quem observa o mercado, Walmer vê uma tendência clara. “O autoatendimento não é mais novidade, é uma realidade. E quem entrar agora nesse modelo pode sair na frente”, concluiu.

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